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EMPRESA AMIGA DO CLIENTE. CONDIÇÃO DE SOBREVIVÊNCIA

Quando o Brasil era uma economia fechada, isto é, os produtos importados sofriam pesada taxação ou, mesmo, a proibição de sua entrada no país, as empresas não precisavam se preocupar muito com os clientes, porque sabiam que eles não tinham alternativas. Com a aceleração da inflação, não precisavam também se preocupar com os custos, porque podiam repassar não apenas os aumentos ocorridos com seus insumos, como a ineficiência e o desperdício, porque o consumidor comprava assim mesmo, temendo que na próxima semana os preços estivessem mais altos ou os produtos em falta. Felizmente o Brasil conseguiu superar esse estágio e atualmente é uma economia aberta, em que as importações funcionam como um regulador do mercado e dos preços, e a inflação, apesar da alta recente, ainda se acha sob controle. Com isso, o mercado brasileiro é hoje altamente competitivo em qualquer setor de atividade, exigindo das empresas não apenas o aumento de eficiência, como, principalmente, o foco no cliente, que é o rei do mercado e que define as organizações que sobreviverão e crescerão, e aquelas que ficarão pelo caminho por não mais atenderem às necessidades ou desejos dos consumidores.
Ser uma empresa amiga do cliente, portanto, não é um ato de condencedência ou uma ferramenta de marketing, mas condição de sobrevivência.

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